GP da França 2022 – Mercedes não tem resposta para a diferença de tempos para Leclerc

GP da França 2022 – Mercedes
GP da França 2022 – Mercedes – Foto: Divulgação/Internet

Mercedes ainda não tem respostas sobre o que deu errado com seu desempenho no GP da França 2022 de Fórmula 1. E equipe lamentou a fraco desempenho em comparação ao tempo da pole position de Charles Leclerc, justamente em um final de semana em que o objetivo principal era lutar pela pole e pela vitória no GP da França.

Mercedes no GP da França 2022 – A visão de Toto Wolff

Porém, Lewis Hamilton e George Russell tiveram um desempenho bem aquém do esperado e fizeram tempos mais distantes da pole do que nas últimas corridas. Hamilton vai largar na quarta posição do grid, enquanto seu colega George Russel vai largar em sexto. No caso de Russel, seu tempo é mais de 1 segundo atrás de Leclerc.

Toto Wolff alega que a equipe não tem explicação para a diferença dos tempos no GP da França de 2022 e por não atender à expectativa. Ele reforça que foram feitos vários testes ao longo da semana, mas nada melhorou efetivamente o desempenho da Mercedes: “Estávamos lenta, mas seguramente, voltando aos primeiros lugares. Havia bons sinais em Silverstone e na Áustria, em uma pista onde normalmente não éramos competitivos, e pudemos ver claramente os sinais do porquê disso. No entanto, estávamos perto. É um circuito de um minuto e estávamos a três décimos, o que era aceitável.”

GP da França 2022 – Mercedes
GP da França 2022 – Mercedes – Foto: Divulgação/Internet
GP da França 2022 – Mercedes
GP da França 2022 – Mercedes – Foto: Divulgação/Internet

“Então, trouxemos um bom pacote de atualização para o GP da França 2022, e ficamos sem desempenho. Não conseguimos entender. Não conseguimos descobrir o que deu errado. Experimentamos as asas traseiras, desde as maiores que temos, que Lewis descreveu como arrastar um paraquedas atrás dele esta manhã, para uma versão menor, que nos fez perder muita velocidade nas curvas.”

“Então, seguimos analisando com a temperatura dos pneus. E podemos ver a diferença para Max Verstappen. Se você me dissesse que terminaríamos atrás com uma margem entre sétimos décimos e 1s2, seria um tapa na cara.”

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